CARTILHA/CARTA DE INTENÇÕES
Caríssimos cidadãos, cidadãs, leitores, leitoras, eleitores e eleitoras, é com grande satisfação e esperança que escrevo esta “carta de intenções”.
Sempre possuí grande interesse em estudar e em entender a política mas, lançar-me como candidato faz parte de um sonho maior, o sonho de promover mudanças, de alterar - para a melhor - a realidade na qual vivemos. E é assim, pensando em um mundo melhor e uma sociedade e comunidade fraternos, pacíficos e justos que convido vocês a conhecerem e, espero, partilharem de minhas ideias e objetivos.
Acredito que não só é um direito, como também um dever, dos cidadãos e cidadãs conhecerem melhor seus candidatos e, a melhor maneira de fazê-lo é conhecendo suas idéias, pensamentos, objetivos, ações prátícas voltadas aos interesses comunitários e da nação, assim como é um dever dos candidatos políticos e representantes já eleitos darem explicações sobre o que pensam e o que fazem na arena pública de suas vidas.
Convido-os a questionarem mais, cobrarem mais, enfim, exigirem sempre mais de seus candidatos e representantes, de forma a quebrar o hiato entre promessas (e anseios) e seu efetivo cumprimento. Assim, coloco-me à disposição e de prontidão para o diálogo. Dúvidas, críticas, sugestões, opiniões, comentários, demandas, pedidos, necessidades a serem supridas, enfim, caso tenha alguma declaração e ou proposta a acrescentar a esta “carta de intenções”, envie-a para mim. Mas, faça tudo isso tendo em vista a sociedade como um todo e não apenas os seus interesses particulares e únicos, afinal, assim fica difícil - para não dizer impossível - e, até mesmo é indesejável, atender a indivíduos que visam apenas o benefício próprio.
Nenhum homem é, nem pode ou deve ser uma ilha. O diálogo é peça fundamental na edificação de uma sociedade que busca o crescimento, o desenvolvimento, enfim, o progresso.
Desde já, gostaria de dizer que nenhuma proposta e ou ideia é imutável, isto é, incapaz de ser repensada e, quiçá, revisada, alterada, melhorada, adaptada. Sendo assim, não façam críticas a minha pessoa; não se detenham à crítica pela crítica, isto é, ao criticarem (ao “me criticarem”), procurem expor suas razões, bem como, se possível, propondo alternativas às minhas propostas e ideias.
Lembrando que nem sempre o consenso é capaz de atender satisfatoriamente às necessidades e que, “a unanimidade é burra”, ainda que existam pontos divergentes entre eu e vocês (cidadãos, cidadãs, eleitores e eleitoras) - e com certeza deve haver muitos -, nada impede de promovermos um diálogo construtivo e que resulte em práticas que melhor se ajustem aos anseios da sociedade civil. No entanto, “ainda que eu não concorde com vocês (ou vocês comigo), ambos devemos defender, até a morte, o direito do outro de falar”.
Tenham a certeza de que a forma como penso e ajo é sempre buscando o melhor para a nação, e é na esperança de garantir um mundo melhor para as atuais e as futuras gerações que penso e repenso inúmeras vezes sobre o que fazer, como fazer e quando fazer.
O diálogo e, até mesmo as discussões, são mecanismos fantásticos e fundamentais (necessários) a uma mudança que vá de acordo com as necessidades e expectativas da sociedade. São capazes de promover uma maior interação entre as partes, de maneira que possam dirimir seus atritos e conflitos. Chegam a ser belos, afinal, que graça teria não haver debates nos quais cada um expõe suas intenções e anseios? Isso seria ditadura: uns mandam, os demais apenas obedecem. O diálogo é o princípio basilar da democracia. Discussões acaloradas podem surgir - e certamente o farão -, mas, o importante é buscar o ponto de equilíbrio entre parte e contra-parte, de maneira a equalizar os resultados e legitimar o processo, visando atender a todos os envolvidos na situação - direta ou indiretamente, sejam entes ativos/engajados e mesmo os passivos (free riders) -, a fim de se evitar a prorrogação/adiamento dos problemas, o que pode agravar as tensões, seja por não ouvir os outros, seja por não compreende-los corretamente ou, até mesmo, por ignorá-los enquanto falam. Esse ponto ideal é o curso que a história tomará e é responsável por introduzir as mudanças acordadas. É fundamental não só ter objetivos e projetos claros, mas, buscar executá-los de maneira eficaz, eficiente. Discussões são necessárias e belas mas, discutir por discutir, isto é, sem nada acordar, nem a nada levar, sem uma razão evidente, é indesejável e irracional. Se o Congresso se detém a longas, dispendiosas e desgastantes delongas, discursos infrutíferos e diálogos improdutivos, o país não avança e, ficar estático é negativo, é prejuízo para todos e, portanto, deve-se evitar isso.
O que vocês encontrarão aqui é uma exposição de meus pensamentos, idéias, ideais e propostas, os quais pretendo apresentar na Assembleia ou, defender junto aos demais colegas parlamentares, caso já estejam em tramitação e ou já existam projetos na mesma linha e que, por algum motivo, estejam parados. A forma escolhida por mim para tal tarefa foi desenvolver um texto (com tópicos), no qual procurarei explanar a maneira como penso (o por quê de pensar de um ou de outro jeito) e argumentar em defesa daquilo que proponho, de maneira a deixar os leitores e leitoras completamente a par de minhas razões.
Um abraço a todos.
Caríssimos cidadãos, cidadãs, leitores, leitoras, eleitores e eleitoras, é com grande satisfação e esperança que escrevo esta “carta de intenções”.
Sempre possuí grande interesse em estudar e em entender a política mas, lançar-me como candidato faz parte de um sonho maior, o sonho de promover mudanças, de alterar - para a melhor - a realidade na qual vivemos. E é assim, pensando em um mundo melhor e uma sociedade e comunidade fraternos, pacíficos e justos que convido vocês a conhecerem e, espero, partilharem de minhas ideias e objetivos.
Acredito que não só é um direito, como também um dever, dos cidadãos e cidadãs conhecerem melhor seus candidatos e, a melhor maneira de fazê-lo é conhecendo suas idéias, pensamentos, objetivos, ações prátícas voltadas aos interesses comunitários e da nação, assim como é um dever dos candidatos políticos e representantes já eleitos darem explicações sobre o que pensam e o que fazem na arena pública de suas vidas.
Convido-os a questionarem mais, cobrarem mais, enfim, exigirem sempre mais de seus candidatos e representantes, de forma a quebrar o hiato entre promessas (e anseios) e seu efetivo cumprimento. Assim, coloco-me à disposição e de prontidão para o diálogo. Dúvidas, críticas, sugestões, opiniões, comentários, demandas, pedidos, necessidades a serem supridas, enfim, caso tenha alguma declaração e ou proposta a acrescentar a esta “carta de intenções”, envie-a para mim. Mas, faça tudo isso tendo em vista a sociedade como um todo e não apenas os seus interesses particulares e únicos, afinal, assim fica difícil - para não dizer impossível - e, até mesmo é indesejável, atender a indivíduos que visam apenas o benefício próprio.
Nenhum homem é, nem pode ou deve ser uma ilha. O diálogo é peça fundamental na edificação de uma sociedade que busca o crescimento, o desenvolvimento, enfim, o progresso.
Desde já, gostaria de dizer que nenhuma proposta e ou ideia é imutável, isto é, incapaz de ser repensada e, quiçá, revisada, alterada, melhorada, adaptada. Sendo assim, não façam críticas a minha pessoa; não se detenham à crítica pela crítica, isto é, ao criticarem (ao “me criticarem”), procurem expor suas razões, bem como, se possível, propondo alternativas às minhas propostas e ideias.
Lembrando que nem sempre o consenso é capaz de atender satisfatoriamente às necessidades e que, “a unanimidade é burra”, ainda que existam pontos divergentes entre eu e vocês (cidadãos, cidadãs, eleitores e eleitoras) - e com certeza deve haver muitos -, nada impede de promovermos um diálogo construtivo e que resulte em práticas que melhor se ajustem aos anseios da sociedade civil. No entanto, “ainda que eu não concorde com vocês (ou vocês comigo), ambos devemos defender, até a morte, o direito do outro de falar”.
Tenham a certeza de que a forma como penso e ajo é sempre buscando o melhor para a nação, e é na esperança de garantir um mundo melhor para as atuais e as futuras gerações que penso e repenso inúmeras vezes sobre o que fazer, como fazer e quando fazer.
O diálogo e, até mesmo as discussões, são mecanismos fantásticos e fundamentais (necessários) a uma mudança que vá de acordo com as necessidades e expectativas da sociedade. São capazes de promover uma maior interação entre as partes, de maneira que possam dirimir seus atritos e conflitos. Chegam a ser belos, afinal, que graça teria não haver debates nos quais cada um expõe suas intenções e anseios? Isso seria ditadura: uns mandam, os demais apenas obedecem. O diálogo é o princípio basilar da democracia. Discussões acaloradas podem surgir - e certamente o farão -, mas, o importante é buscar o ponto de equilíbrio entre parte e contra-parte, de maneira a equalizar os resultados e legitimar o processo, visando atender a todos os envolvidos na situação - direta ou indiretamente, sejam entes ativos/engajados e mesmo os passivos (free riders) -, a fim de se evitar a prorrogação/adiamento dos problemas, o que pode agravar as tensões, seja por não ouvir os outros, seja por não compreende-los corretamente ou, até mesmo, por ignorá-los enquanto falam. Esse ponto ideal é o curso que a história tomará e é responsável por introduzir as mudanças acordadas. É fundamental não só ter objetivos e projetos claros, mas, buscar executá-los de maneira eficaz, eficiente. Discussões são necessárias e belas mas, discutir por discutir, isto é, sem nada acordar, nem a nada levar, sem uma razão evidente, é indesejável e irracional. Se o Congresso se detém a longas, dispendiosas e desgastantes delongas, discursos infrutíferos e diálogos improdutivos, o país não avança e, ficar estático é negativo, é prejuízo para todos e, portanto, deve-se evitar isso.
O que vocês encontrarão aqui é uma exposição de meus pensamentos, idéias, ideais e propostas, os quais pretendo apresentar na Assembleia ou, defender junto aos demais colegas parlamentares, caso já estejam em tramitação e ou já existam projetos na mesma linha e que, por algum motivo, estejam parados. A forma escolhida por mim para tal tarefa foi desenvolver um texto (com tópicos), no qual procurarei explanar a maneira como penso (o por quê de pensar de um ou de outro jeito) e argumentar em defesa daquilo que proponho, de maneira a deixar os leitores e leitoras completamente a par de minhas razões.
Um abraço a todos.
Todos os seus sonhos, esperanças, objetivos e aspirações dependem de trabalho duro.
ResponderExcluirQuanto mais você trabalha, mais sorte tem.
Não há atalhos.
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(adhebar soares júnior)
(email to: adhebar3@yahoo.com.br)