
Blog pessoal de Marcus Vinícius Borges, mineiro, nascido em Unaí-MG, graduando em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), unidade Coração Eucarístico-BH/MG. ***P.S.: Solicito que, se possível, sempre que fizer um comentário coloque seu nome e sobrenome e e-m@il para contato, para que eu possa respondê-lo individualmente.***
terça-feira, 31 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
UTILIDADE PÚBLICA I
MAIS UMA QUE NÃO SABÍAMOS
MULTA DE TRÂNSITO : essa você não sabia!
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar fotocópia (xerox) da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro: "Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa."
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!
MULTA DE TRÂNSITO : essa você não sabia!
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar fotocópia (xerox) da carteira de motorista e a notificação da multa. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro: "Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa."
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domingo, 15 de agosto de 2010
PENSAMENTO III
Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender.
E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
Nelson Mandela)
Para odiar, as pessoas precisam aprender.
E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
Nelson Mandela)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
PENSAMENTO II
PÚBLICO x PRIVADO
Nenhum servidor público “é” alguma coisa; no máximo, pode-se dizer que ele está alguma coisa.
O presidente do país, por exemplo, ele não é presidente: ele está presidente (ele “seria” presidente de alguma empresa e caso fosse dele, mas, em caso de governos, aquele que é alguma coisa, é “ditador”).
E é fundamental que percebamos essa diferença pois ela é fundamental na diferenciação do público e do privado e no devido trato da coisa pública.
É por isso que é tão fácil para governantes se apropriarem da coisa pública e tratarem-na como algo privado; a própria população é pouco esclarecida e pouco questionadora nesse sentido. Por exemplo, quando queremos nos referir aos prédios governamentais, aos terrenos públicos, na verdade, quase sempre incluímos a expressão (até mesmo por inércia, isto é, sem perceber): “Ah, isso é do governo!”: NÃOOO!!! Isso é do povo; isso é PÚBLICO!!!
Enquanto a maioria insistir em se abster de cobrar isso, será muito fácil se apossar dos bens do povo e, portanto, a corrupção não poderá mais ser tratada como algo surpreendente/inesperado, mas como uma simples materialização de uma vontade tácita da população, que deixa seus governantes agirem livremente para fazerem o que bem entenderem.
Nenhum servidor público “é” alguma coisa; no máximo, pode-se dizer que ele está alguma coisa.
O presidente do país, por exemplo, ele não é presidente: ele está presidente (ele “seria” presidente de alguma empresa e caso fosse dele, mas, em caso de governos, aquele que é alguma coisa, é “ditador”).
E é fundamental que percebamos essa diferença pois ela é fundamental na diferenciação do público e do privado e no devido trato da coisa pública.
É por isso que é tão fácil para governantes se apropriarem da coisa pública e tratarem-na como algo privado; a própria população é pouco esclarecida e pouco questionadora nesse sentido. Por exemplo, quando queremos nos referir aos prédios governamentais, aos terrenos públicos, na verdade, quase sempre incluímos a expressão (até mesmo por inércia, isto é, sem perceber): “Ah, isso é do governo!”: NÃOOO!!! Isso é do povo; isso é PÚBLICO!!!
Enquanto a maioria insistir em se abster de cobrar isso, será muito fácil se apossar dos bens do povo e, portanto, a corrupção não poderá mais ser tratada como algo surpreendente/inesperado, mas como uma simples materialização de uma vontade tácita da população, que deixa seus governantes agirem livremente para fazerem o que bem entenderem.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
PENSAMENTO I
“Não é um dia para a política. Guardei esta oportunidade, foi meu único compromisso do dia. Para falar-lhes brevemente sobre a ameaça irracional da violência nos EUA, que mancha a nossa terra, e nossas vidas. Isso não diz respeito a nenhuma raça em particular. As vítimas da violência são negros e brancos, ricos e pobres, jovens e velhos, famosos e desconhecidos. São, acima de tudo, seres humanos a quem outros seres humanos amaram e de quem precisaram. Ninguém, não importa onde viva ou o que faça, pode saber quem será o próximo a sofrer com o derramamento de sangue sem sentido. No entanto, continua sem parar neste nosso país. Por quê? O que se conseguiu com violência até agora? O que ela gerou? Cada vez que uma vida americana é tirada sem necessidade por outro americano, seja em nome da lei ou desafiando a lei, por um homem ou um grupo, a sangue frio ou por impulso, num ataque de violência ou como resposta à violência, cada vez que rasgamos o tecido de nossas vidas, que outro homem com dor e sofrimento teceu para si próprio e para os filhos, cada vez que fazemos isso, então toda a nação se degrada. Porém, toleramos o crescente índice de violência, que ignora tanto a humanidade que temos em comum quanto o desejo de sermos civilizados. Muitas vezes, defendemos a arrogância, a desordem e aqueles que exercem a força. Muitas vezes, justificamos aqueles que estão dispostos a construir as próprias vidas às custas dos sonhos esmagados de outros seres humanos. Mas não resta dúvida de que a violência gera violência, a repressão gera represálias e só a purificação de toda a nossa sociedade pode remover essa doença de nossas almas. Porque se ensinar um homem a odiar e temer o próximo, se ensinar que ele é um homem inferior pela sua cor ou suas crenças, ou pela ideologia política que ele segue, se ensinar que quem é diferente ameaça a sua liberdade, o seu trabalho, a sua casa ou a sua família, então estará aprendendo a tratar os demais não como cidadãos, mas como inimigos. Não a colaborar reciprocamente, mas sim a derrotar. A ser subjugado e dominado. Aprendemos, por último, a ver nossos irmãos como estranhos. Estranhos com quem dividimos a cidade, mas não a comunidade. Pessoas com quem dividimos o espaço, mas sem esforço em comum. Aprendemos a compartilhar apenas um medo em comum, apenas o desejo em comum, de nos afastarmos uns dos outros. O impulso em comum de reagir às diferenças com a força. Nossas vidas neste planeta são muito curtas. A missão a ser realizada é grandiosa demais para permitir que este espírito siga prosperando nesta nossa terra. É claro que a solução não é um programa de governo, nem uma votação, mas talvez possamos lembrar, nem que seja por um segundo, que os que vivem conosco são nossos irmãos, que compartilham conosco a mesma vida passageira, que eles procuram, como nós, nada mais do que a oportunidade de viver suas vidas com propósito e felicidade, ganhando a satisfação e a realização que puderem. Sem dúvida, este vínculo de destino comum, com certeza este vínculo de metas em comum, pode começar a nos ensinar alguma coisa. Seguramente podemos aprender pelo menos a olhar à nossa volta e realmente ver o próximo. Aí poderemos nos esforçar um pouco mais para curar as feridas entre nós , nos transformando de todo coração, em irmãos e compatriotas outra vez.”
(Discurso do então senador e ex-presidenciável estadunidense Robert Francis Kennedy - ou, simplesmente, Bob Kennedy - 1968)
Interessante pensarmos que, mesmo sendo um texto da década de 1960 ainda é (e talvez seja ainda mais) tão atual e condizente com a realidade de todo e qualquer lugar do planeta.
Peço apenas que leiam com atenção e reflitam suas vidas e cada ação que promoverem...
(Discurso do então senador e ex-presidenciável estadunidense Robert Francis Kennedy - ou, simplesmente, Bob Kennedy - 1968)
Interessante pensarmos que, mesmo sendo um texto da década de 1960 ainda é (e talvez seja ainda mais) tão atual e condizente com a realidade de todo e qualquer lugar do planeta.
Peço apenas que leiam com atenção e reflitam suas vidas e cada ação que promoverem...
INTENÇÃO XVII
VOTO FACULTATIVO
Se realmente vivemos em um país democrático, o próprio voto deve ser uma escolha individual, não cabendo ao Estado o direito de obrigar seus cidadãos a votarem.
Logo, defendo a adoção do voto facultativo.
Cada pessoa deve possuir o direito, e não o dever, de votar. E, se seu desejo for não votar, que assim seja.
No entanto, cabe uma análise: aqueles que abrem mão desse direito fundamental e tão necessário à uma mudança consciente - seja ela qual for - podem até negar os ônus, mas, com certeza também negarão os bônus advindos das mudanças. E, além disso, ainda acaba tendo que aceitar a mudança do jeito que ela vier. Aquele que não participa acaba perdendo o direito a reclamações posteriores.
Não que ele esteja proibido de reclamar, mas, eticamente e com sua consciência própria - se é que ele tem -, não poderá exigir algo na mesma proporção de uma pessoa que escolheu votar.
Se realmente vivemos em um país democrático, o próprio voto deve ser uma escolha individual, não cabendo ao Estado o direito de obrigar seus cidadãos a votarem.
Logo, defendo a adoção do voto facultativo.
Cada pessoa deve possuir o direito, e não o dever, de votar. E, se seu desejo for não votar, que assim seja.
No entanto, cabe uma análise: aqueles que abrem mão desse direito fundamental e tão necessário à uma mudança consciente - seja ela qual for - podem até negar os ônus, mas, com certeza também negarão os bônus advindos das mudanças. E, além disso, ainda acaba tendo que aceitar a mudança do jeito que ela vier. Aquele que não participa acaba perdendo o direito a reclamações posteriores.
Não que ele esteja proibido de reclamar, mas, eticamente e com sua consciência própria - se é que ele tem -, não poderá exigir algo na mesma proporção de uma pessoa que escolheu votar.
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