PÚBLICO x PRIVADO
Nenhum servidor público “é” alguma coisa; no máximo, pode-se dizer que ele está alguma coisa.
O presidente do país, por exemplo, ele não é presidente: ele está presidente (ele “seria” presidente de alguma empresa e caso fosse dele, mas, em caso de governos, aquele que é alguma coisa, é “ditador”).
E é fundamental que percebamos essa diferença pois ela é fundamental na diferenciação do público e do privado e no devido trato da coisa pública.
É por isso que é tão fácil para governantes se apropriarem da coisa pública e tratarem-na como algo privado; a própria população é pouco esclarecida e pouco questionadora nesse sentido. Por exemplo, quando queremos nos referir aos prédios governamentais, aos terrenos públicos, na verdade, quase sempre incluímos a expressão (até mesmo por inércia, isto é, sem perceber): “Ah, isso é do governo!”: NÃOOO!!! Isso é do povo; isso é PÚBLICO!!!
Enquanto a maioria insistir em se abster de cobrar isso, será muito fácil se apossar dos bens do povo e, portanto, a corrupção não poderá mais ser tratada como algo surpreendente/inesperado, mas como uma simples materialização de uma vontade tácita da população, que deixa seus governantes agirem livremente para fazerem o que bem entenderem.
Nenhum servidor público “é” alguma coisa; no máximo, pode-se dizer que ele está alguma coisa.
O presidente do país, por exemplo, ele não é presidente: ele está presidente (ele “seria” presidente de alguma empresa e caso fosse dele, mas, em caso de governos, aquele que é alguma coisa, é “ditador”).
E é fundamental que percebamos essa diferença pois ela é fundamental na diferenciação do público e do privado e no devido trato da coisa pública.
É por isso que é tão fácil para governantes se apropriarem da coisa pública e tratarem-na como algo privado; a própria população é pouco esclarecida e pouco questionadora nesse sentido. Por exemplo, quando queremos nos referir aos prédios governamentais, aos terrenos públicos, na verdade, quase sempre incluímos a expressão (até mesmo por inércia, isto é, sem perceber): “Ah, isso é do governo!”: NÃOOO!!! Isso é do povo; isso é PÚBLICO!!!
Enquanto a maioria insistir em se abster de cobrar isso, será muito fácil se apossar dos bens do povo e, portanto, a corrupção não poderá mais ser tratada como algo surpreendente/inesperado, mas como uma simples materialização de uma vontade tácita da população, que deixa seus governantes agirem livremente para fazerem o que bem entenderem.
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